O Eurosport 1 emite no dia 6 de novembro a Maratona de Nova Iorque, uma das maiores e mais importantes provas de atletismo do mundo, que conta com cerca de 54 mil participantes. Esta maratona, que percorre as ruas dos bairros da cidade e vários locais emblemáticos, forma parte dos “Majors”, juntamente com Londres, Chicago, Boston, Berlim e Tóquio.
Criada em 1970 por Fred Lebow, um entusiasta das maratonas, a prova veio a ganhar prestígio e cada vez um maior número de participantes de ano para ano. Em 2016, a Maratona de Nova Iorque cumpre a sua 46.º edição. O percurso de 42,195 quilómetros tem início em Staten Island, passa por Brooklyn, Queens, Bronx e termina em Manhattan, no Central Park.
A norueguesa Grete Waitz é a atleta com maior número de vitórias na prova, com um total de nove no espaço de apenas 11 anos. No setor masculino, os quenianos têm dominado nos últimos anos e estão a apenas uma vitória de igualar as 14 dos Estados Unidos, nação que ocupa o primeiro lugar da tabela.
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No que diz respeito a recordes, Margaret Okayo, do Quénia, continua a impor a marca de 2:22.31 estabelecida em 2003, enquanto nos homens Geoffrey Mutai, também do Quénia, conseguiu cortar a meta com um tempo de 2:05.06.
Em 2012 o furacão Sandy obrigou ao cancelamento da prova pela primeira vez desde a sua criação em 1970.
Na edição de 2015, o triunfo foi para o Quénia com Mary Keitany a dominar nas senhoras, com o tempo de 2:22.25, e Stanley Biwott a cortar a meta em primeiro nos homens com o tempo de 2:10.25. Ambos vão estar presentes para defenderem o título.
No ano passado, a prova contou com a excelente prestação da portuguesa Sara Moreira. Na sua segunda presença em Nova Iorque, a atleta do Sporting terminou na quarta posição, com o tempo de 2:24.25, sendo a melhor entre as não africanas. Ficou fora do pódio depois do terceiro lugar de 2014. Já a outra portuguesa Ana Dulce Félix abandonou perto dos 32 quilómetros.
António Lopes, comentador de atletismo do Eurosport: “A maratona de Nova Iorque é a maior do mundo e tem um número recorde de participantes. É uma das mais competitivas e passa por zonas emblemáticas da Big Apple. Ao nível da competição, pode esperar-se um bom espetáculo. Prevê-se que possa uma das mais rápidas do ano no seguimento de resultados de outras edições.
Os africanos apresentam-se novamente com um elenco muito forte com atletas como Stanley Biwott do Quénia, Lelisa Desisa da Etiópia e o campeão do mundo Ghirmay Ghebreslassie da Eritreia a partilharem o favoritismo. Os americanos apresentam um grupo forte com destaque para Dathan Ritzenhein, determinado em desafiar a hegemonia africana dos últimos anos. A última vez que um atleta da casa venceu a maratona foi em 2009 com o triunfo de Meb Keflezighi.
Nas senhoras, destacam-se as presenças da campeã em título, Mary Keitany, e de Aselefech Mergia, da Etiópia. Entre as norte-americanas, o destaque vai para a duas vezes vencedora da meia maratona de Nova Iorque, Molly Huddle, que se estreia na distância completa”.
Luís Lopes, comentador de atletismo do Eurosport:“Trata-se de uma prova muito mediática e bem-dotada de grandes atletas, este ano, especialmente do lado feminino. Mais do que fazer grande marcas, ganhar em Nova Iorque é emblemático, tal como nas grandes maratonas de Londres e Berlim.
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