Após uns dias de competição bastante tranquilos começa agora o verdadeiro Giro d’Italia?
Alberto Contador:Com o tempo, vais-te dando conta que estes primeiros dias, que são mais ligeiros, são necessários para que possas competir com o mínimo de problemas possíveis. Cada dia que ganhas é muito importante e eu, por exemplo, considero isso uma vitória. Uma queda deixa-te sempre com mazelas, mesmo quando continuas a corrida.”
Qual é o teu comentário sobre o abandono do Tom Dumoulin?
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Alberto Contador:“Tenho a certeza que tanto o Tom [Dumoulin] como a equipa dele já estão a pensar em preparar a Volta a França para que esteja na melhor forma física possível. Muitos outros ciclistas estarão contentes por um favorito ter abandonado o Giro. Ninguém quer que um desportista sofra uma queda, mas um favorito a menos é sempre positivo para os restantes participantes. Eu quando vi o estado em que o Tom [Dumoulin] chegou, pensei logo que quase de certeza teria de abandonar.”
Muito esforço e sacrifício para ter de abandonar na 5.ª etapa, verdade?
Alberto Contador:“Vimos como estava rodeado por cinco companheiros à chegada à meta. Pensas muitas coisas nesta situação e não é fácil aceitar o que te aconteceu, mas começas a planear o que vem a seguir. É verdade que a preparação do Giro é muito dura e supõe um grande esforço e que tudo acabe assim de repente é difícil de assimilar.
Agora sem Dumoulin na corrida quem é o principal favorito?
Alberto Contador:“Eu acho que o Primoz Roglic é o principal favorito. No Giro d’Italia, quando um ciclista é muito superior, os restantes rivais começam a pensar no segundo lugar da geral da competição. O Giro basicamente consiste num ciclista ser regular e competir bem a cada etapa. O Roglic tem muitas opções para ganhar apensar de não ter uma equipa muito forte.”
O que podem os espetadores do Eurosport ver na etapa 6 desta quinta-feira?
Alberto Contador:“A etapa de hoje é muito diferente das que temos vivido até ao momento. É uma etapa muito longa com quase 240 quilómetros de percurso. Os primeiros 190 quilómetros não são muito difíceis, com estradas amplas. A partir daí chegam os quilómetros complicados com rampas com inclinações de 5%. Uma vez terminados esses 15 km veremos se os "sprinters" terão energias para lutarem até ao final. A etapa de hoje será apaixonante.”
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