Peterhansel venceu três etapas nesta edição da prova rainha de todo o terreno e terminou com 34 minutos e 58 segundos do segundo classificado, o qatari da Mini, Nasser Al-Attiyah, campeão em 2015, que, pese embora o domínio da Peugeot, conseguiu adjudicar duas vitórias em etapas nesta edição.
Em 1991 Peterhansel conquistou a primeira vitória no Dakar nas motos, 25 anos depois consegue a 12ª, oferecendo o primeiro triunfo à Peugeot desde 1990.
“Tenho um grande palmarés de vitórias e penso que esta vai para o meu top 3. Pois esta é um construtora francesa e desde sempre que sonhei vencer o Dakar com uma marca francesa. Para além desse facto é a minha sexta vitoria nos carros e é uma vitória importante”, disse Peterhansel
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O pódio final ficou completo com o sul-africano Giniel de Villiers da Toyota. Sébastien Loeb (Peugeot), que chegou a liderar a classificação dos carros durante grande parte do Dakar, venceu a última etapa da prova, uma especial de 180km em Villa Carlos Paz e Rosário na Argentina.
Price faz história nas motos

Toby Price

Image credit: From Official Website

Nas motos Toby Price conseguiu um triunfo histórico. O australiano tornou-se no primeiro não latino a ganhar o Dakar sobre as duas rodas, colocando um ponto final num domínio francês, espanhol e italiano que só o belga (mas de língua francesa), Gaston Rahier, tinha contrariado em 1984 e 1985. Com o triunfo do australiano o que continua sem ser posto em causa é domínio da KTM, que não perde desde 2001. Foi a 15ª vitória para a marca austríaca, desta feita conseguindo os dois primeiros lugares. Stefan Svitko fez segundo e conseguiu o primeiro pódio para a Eslováquia no Dakar.
O terceiro lugar coube ao chileno Pablo Quintanilla da Husqvarna que venceu a derradeira etapa este sábado, à frente de Kevin Benavides que salvou Honda com um 4º lugar na geral e o primeiro dos estreantes.
Hélder Rodrigues fez terceiro na derradeira especial e voltou a fazer pódio no Dakar, foi o sétimo Top5 na prova.
O piloto da Yamaha foi o melhor português desta edição terminando no sétimo posto da geral a 55 minutos e 44 segundos do vencedor.
Grande destaque também para o 13º lugar de Mário Patrão, primeiro da Classe Maratona após uma enorme segunda semana, oferecendo assim outra vitória à KTM.
Pedro Bianchi Prata acabou em 69º entre as 84 motos que chegaram classificadas a Rosário.
Paulo Gonçalves e Rúben Faria, outros dois portugueses que conquistaram pódios (e vitória no caso de PG) em especiais foram forçados a abandonar.
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